A cirurgia estética está sempre em alta e uma das mais procuradas pelas pessoas é a rinoplastia. Tanto é que o nariz é o segundo ponto mais modificado do rosto, ficando atrás apenas das pálpebras. E tem a capacidade de dar harmonia para todas as outras regiões, além de ser essencial para a respiração em condições ideais. 

Os motivos para realizar tal operação podem ser estéticos ou relacionados à saúde, visto que a rinoplastia funcional corrige problemas relevantes e extremamente incômodos, como o desvio de septo. O desconforto atinge homens e mulheres e pode deixar de ser parte da sua rotina com uma cirurgia pontual e bem feita. E recentemente uma novidade vem alterando – para melhor, claro – a forma que o nariz é tratado pelos cirurgiões.

Na rinoplastia tradicional, usada em todo o mundo até 2016 – e ainda muito popular -, o médico faz uma incisão no interior das narinas, inserindo um cinzel de ponta cortante e, com um martelo, desgastando o osso sem ter a visão do mesmo. Os movimentos são baseados no tato e no som dos instrumentos, aumentando o risco de erros e, sobretudo, causando efeitos colaterais ao paciente.

Dr Guilherme Schmitt - Cirurgia Rinoplastia Ultrassônica

Dr Guilherme Schmitt – Cirurgia Rinoplastia Ultrassônica

Ao ser literalmente martelado por um bom tempo, os ossos são danificados e acabam gerando uma situação desagradável, com inflamações e hematomas que se espalham por outras áreas. Até a região dos olhos pode ficar inchada por semanas após o processo e é comum ocorrer sangramento no local de intervenção. 

O que é rinoplastia ultrassônica?

Essa alteração de forma significativa da estrutura naturalmente traria um impacto considerável, mas existe uma maneira muito mais leve de passar pela cirurgia. É a rinoplastia ultrassônica, criada pelo francês Dr. Olivier Gerbault. Foi ele também que desenvolveu o piezo, seu principal instrumento. O aparelho motorizado substitui o danoso cinzel e traz precisão e conforto para os procedimentos.

A maior parte da pele do nariz é afastada e, com o osso exposto – ou seja, em plena visão -, o cirurgião manuseia o bisturi piezoelétrico (acoplado a uma ponteira desenhada para esculpir o nariz) em movimentos rápidos e eficientes. Essa baixa frequência de ação preserva as cartilagens, mucosas e vasos sanguíneos, que costumavam ser afetadas na rinoplastia tradicional. 

E é por isso que os hematomas desaparecem e dão lugar para um período pós-operatório muito mais tranquilo e menos doloroso. As estruturas ao redor do nariz não são afetadas, a área de intervenção tem melhor cicatrização e o paciente pode voltar ao seu cotidiano normal em aproximadamente sete dias. Isso é consequência do caminho que a medicina estética está percorrendo para encontrar processos menos invasivos e mais seguros. 

 

Além de visar resultados mais naturais, como o alcançado na rinoplastia ultrassônica. Ela altera simetria, forma e tamanho do nariz, adicionando ou retirando pequenas porções de tecido e, principalmente, gerando mudanças positivas para as pessoas. Seja em fisionomia, saúde ou bem-estar, os problemas estão cada vez mais distantes e soluções precisas vão ganhando espaço no Brasil. 

O primeiro procedimento no país foi realizado em 2016, em São Paulo, e hoje em dia a procura já cresceu consideravelmente. E claro, é fundamental que o médico tenha o conhecimento e a experiência necessárias para realizar uma cirurgia tão relevante. É possível remodelar e equilibrar o seu rosto, além de melhorar o sistema respiratório. Um novo aspecto e uma nova vida.

E o Dr. Guilherme Schmitt, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, está pronto para atendê-lo. Agende uma consulta!